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Depilação incorreta e fator genético contribuem para encravamento de pelos

Ter uma pele lisinha e livre dos pelos é o sonho de muitas pessoas. Para isso, a depilação ou epilação acaba sendo a alternativa. No entanto, pelos encravados podem causar irritação e dor na pele. O problema, que ocorre em mulheres e homens, é reflexo de quando o pelo não nasce corretamente, ou seja, não consegue romper a pele, mas cresce internamente causando uma inflamação do folículo piloso, com bolinhas acompanhadas de uma vermelhidão no local, dor e, quando infeccionado, pus.

Pelos normalmente nascem um pouco encurvados, mas os de algumas pessoas tendem a nascer mais recurvados e encravar. Além da tendência genética, a depilação é uma grande responsável pelo encravamento.

Fazer esfoliação regularmente nas áreas depiladas, como virilhas, axilas, pernas e rosto, no caso da barba; evitar exposição direta ao sol, assim como tomar banho com água quente antes do procedimento e usar lâminas da forma correta são algumas ações que previnem o surgimento de pelos encravados. É importante evitar escanhoar, isto é, barbear no sentido contrário ao do crescimento do pelo. O indicado é utilizar a lâmina de forma bem suave e com a pele bem hidratada, de preferência após o banho.

Quem já tem propensão a ter pelos encravados, também deve evitar calça muito, assim como o excesso de cremes gordurosos e óleo corporal.

Para encravamento leve, esfoliação caseira com fubá e mel ou creme hidratante não oleoso podem ser grandes aliados. Compressa com água ou soro em temperatura morna em cima da região também ajuda. Já no caso de inflamação mais severa, vale a pena procurar um dermatologista, que irá receitar creme anti-inflamatório e medicamentos específicos para cada caso. 


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